segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Vidas Secas - Graciliano Ramos

- Contexto histórico
O quadro social, econômico e político que se verificava no Brasil e no mundo no início da década de 1930 - reflexos da Crise da Bolsa de Nova Iorque ocorrida em 1929; crise cafeeira; Revolução de 30; intentona comunista em 1935; Estado Novo (1937 - 45) - exigia dos artistas e intelectuais uma tomada de poisção ideológica, do que resulta a arte engajada, de clara militância política.

- Gênero da obra
Romance

- Personagens:
Fabiano, sinhá Vitória, o menino mais velho e o menino mais novo (ambos sem nome), Baleia, papagaio, soldado amarelo, sinhá Terta, Tomás da Bolandeira e o patrão.
Fabiano representa-se como um indivíduo que luta contra a dura vida no sertão, desconhece a leitura, é um homem de poucas palavras, Vaqueiro e enganado por quem sabe mais.
Sinhá Vitória - batalhadora ao lado do marido, reconhece o certo, e luta para que um dia seus filhos frequentem a escola.
Menino mais novo idealiza o pai como um herói que doma os bichos, e domina a fala com eles, ajudando o pai nas tarefas da fazenda.
Menino mais velho - curioso nas palavras, tem forte menção em descobrí-las com sua amiga Baleia.
Baleia retratada como um ser humano de sentimentos e um ser pensante.

- Herói
O herói é Fabiano, pelo fato de tentar buscar melhores condições com o bicho, o homem, as semelhanças que ambos tem.

- Análise Crítica
O autor retrata uma realidade muito comum do sertão nordestino, no qual evidencia a seca, a busca por uma condição de vida melhor, a fome e a miséria.
Através da obra Graciliano também faz uma crítica social, onde o governo explora os trabalhadores, abusando de certa forma, da autoridade.
O grupo analisa que a obra trata-se de uma crítica ao governo, e apesar que a luta constante pela sobrevivência, ainda há, o disparato, para aqueles que conhecem a literatura como seu Tomás da Bolandeira. sinhá Vitória desejava apenas uma vida melhor com sua família e uma cama de verdade.

Objetivo da obra e a relação com a atualidade
O objetivo de Graciliano Ramos ao escrever a obra Vidas Secas era exprimir com maior agudeza a dura realidade do habitante nordestino.
O autor buscava, de certa forma, fazer uma crítica à sociedade com relação à seca do nordeste.
A obra, além de retratar uma realidade ainda comum no Brasil, mostra a trajetória de uma família obrigada periodicamente a fugir da seca nordestina e por isso a tornar-se nômade, sem teto, que não seja transitório, nem perspectiva de trabalho, que não seja casual.
Entendemos que, Vidas secas não se trata de uma obra que faz críticas somente à sociedade da época, pois apesar do romance estar completando setenta anos, a dura realidade mostrada no livro corresponde aà realidade de milhares de pessoas.
A exclusão social e a brutalidade também são um dos fatores denunciados por Graciliano Ramos.

Alunas: Beatrís, Daiane, Fernanda, Graziele e Jéssica Adão.
3º ano 1

Gabriela, Cravo e canela (Autor: Jorge Amado)

O presente livro quer demostrar a vida de Gabriela, uma nordestina trabalhadora, que foi para a cidade de ilhéus a procura de uma vida melhor. Na cidade ela consegui um trabalho na casa de Nacib como cozinheira, ele era um comerciante, que com a ajuda dela começou a progredir. Ela era uma moça pobre, nao sabia nem o nome dos seus pais, não possuia nada, até suas roupas era velhas, rasgadas e sujas, mas mesmo assim nao desistia de seus objetivo que era ser feliz.
Nacib começou a dar presentes pra ela, Gabriela então ficou mais bonita do que já era, fazendo assim ele se apaixonar por ela,pelo seu cheiro de cravo e sua cor de canela.Gabriela tava feliz sendo a simples cozinheira de Nacib, porém ele queria algo a mais,queria casar com ela antes que a mesma aceita-se alguma proposta feita por vários outros pretendentes.Nacib infrentou tudo o que iriam pensar e falar para casar com ela,colocando em risco sua reputação,por te-la encontrado no mercado de escravos,por não ter ao menos sua própria certidão.
Depois de casados,Gabriela tornou-se uma senhora de respeito,mas isso não importava pra ela,ja estava felis antes mesmo de casar,com o tempo sua felicidade foi diminuindo e faltava algo a mais,Gabriela então traiu Nacib procurando a novamento a felicidade,ela sabia que seu marido só queria o seu bem,então pensava:o moço bonito(era assim que Gabriela chamava Nacib)não vai achar ruim se eu me deitar com outro,pois isso é bom pra mim.
Ele obviamente a expulçou de casa quando descobriu,mas precisando dela como cozinheira para o bar, teve que a chamar de novo para sua casa, fazendo assim os dois ficarem juntos de novo.


Jorge Amado quis dizer com essa obra como era a vida de uma nordestina, que apesar de tantas coisas ruins que aconteciam com ela, ela supera a procura de seu objetivo. Tambem criticava o governo com a falta de investimentos na cidade por que o progresso não chegava na lá.

Nomes: Janitse, Jessica Exterckoetter, Maira e Ryan 3°1

Capitães da Areia-Jorge Amado

O autor mostra nesse livro a dificuldade das crianças abandonadas em Salvador e formam um grupo denominado pelas mesmas como os capitães de areia; e começam a roubar para sobreviver e quando são capturadas pela polícia e que os trata como adulto antes que virem um. No decorrer da história há varios
fatos indepentes que o faz entender a história em si. Mas com o tempo as crianças vão descobrindo as suas origens e correndo atrás para entende-las e nisso aos poucos vai acabando os Capitães de Areia.

Alunos: Mateus 3º1
Rafael

Obra: Mar Morto Autor: Jorge Amado

Contexto Histórico:
  • No Rio de Janeiro é inaugurado o aeroporto Santos Drumont.
  • Em São Paulo é fundada a Dimep (Dimas de Melo Pimenta) fabricante do primeiro relógio de ponteiro a quartzo do mundo.
  • É inventado o café soluvél.
  • No Brasil, ocorre a Revolução de 30, movimento que chega ao poder encabeçado pelo político gaúcho Getúlio Vargas.
  • Em 1932 inicia a Revolução Constitucionalista, organizada pelo estado de São Paulo, que exige, entre outros pontos, a constitucionalização do novo regime.
  • Em 1934 seria promulgada a nova Constituição. Chega ao fim a política do café-com-leite e tem início o Estado Novo, em novembro de 1937. Ao longo do restante da década não seriam realizadas eleições no país (as eleições só voltariam com o fim do Estado Novo, em 1945).

Gênero da Obra:
Lírico

Análise Crítica da Obra:

O escritor nada mais ressalta do que a realidade com período de ideais inovadores ao meio de mentes conservadoras. Em uma época em que as pessoas precisavam de um movimento político como frente popular, eram ingênuas e inconstantes em sua fé. Critica as poucas oportunidades, o pouco interesse de uma elite, ao mesmo tempo que este povo retribui no descaso.
Um ambiente em que o tráfico, por exemplo, é a penas mais uma forma de crescimento, quebrando todo e qualquer valor social, mais que na obra se mostra heróica.
Analisando pelo ponto de vista romântico e heróico, a obra se mostra com mais destaque nesses temas, retratando as formas de um homem pescador de como agir diante dos afrontos da vida. No entanto, vendo do lado crítico, estes temas acima são apenas um complemento para o enredo de um homem que tem como base de sua vida a fé desenfreada como fonte de força e aceitação - acomodação - de um futuro muita vezes trágico.
Por fim, tudo no livro trás um conhecimento mais abrangente de uma realidade distinta para nós, além da crítica maior aos padrões de todo um sistema político-social que se passa neste ambiente.


Alunas: Aline D. Sampaio; Cyntia S da Maia; Indianara Gonçalves; Taís Cavejon. 3° ano 01

O tempo e o vento (Érico Veríssimo)

Analisamos o presente livro que mostra a história de 150 anos da família Terra Cambará.
A história conta a vida de Ana Terra que era uma mulher de fibra e lutou pelos seus sonhos.Emgravidou de Pedro Missioneiro que foi assassinado pelos irmãos de Ana.A mesma foi desprezada pelos seu pai e irmãos tendo apenas o apoio da mãe que fez seu próprio parto (Ana Terra).
Após a morte de sua mãe, a estância onde viviam foi envadida por castelhanos.Ana manda sua sobrinha, cunhada e filho para o mato para se esconder e ela fica para defender a casa , sendo assim, foi estuprada por vários homens de uma só vez.
Seu pai e um dos irmãos são mortos pelos castelhanos e Ana Terra vai embora para Santa Fé com sua cunhada, sobrinha e filho.
Pedro, filho de Ana Terra, cresce e vai para a guerra noivo, quando volta casa-se e tem um filho chamado Juvenal e depois mais uma filha chamada Bibiana.
Ana Terra morre e chega o estrangeiro na cidade, Rodrigo Cambará, que entra em conflito com Juvenal.
Rodrigo se apaixona pela Bibiana numa tarde de finados mas ainda não ficam juntos.O dono do bar acolhe Rodrigo ele continua apaixonado pela Bibiana e o dono do bar como não estava em casa ele chama a esposa do dono do bar para "namorar".Isso ocorreu sempre mesmo o seu marido estando em casa.
Rodrigo vai ao encontro do padre para pedir para ele conversar com o pai de Bibiana para eles se casarem e no mesmo dia, Bibiana se confessa ao padre e conta que amava Rodrigo.O padre vai ao encontro do pai de Bibiana, conversam e enfim o casamento é marcado.
Rodrigo faz sociedade com Juvenal para abrir uma venda e em seguida, Bibiana tem 3 filhos sendo que deles morrem e Rodrigo tem uma amante.

OBS:A história ainda não acabou para saber o que acontecerá com com a familia leia o livro, tenho certeza que irá gostar!!!!


GRATAS;

alunas:Caroline, Deize, Danielle, Elidiana, Franciele 3°1

Menino de Engenho - José Lins do Rego

A de junho de 1901,no engenho corredor,municipio de pilar,estado de paraiba nasce José lins do Rego Cavalcanti,filho de João do Rego Cavalcanti e Amélia do Rego Cavalcanti.
Esse mundo rural do nordeste ligado as senzalas e ao mundo dos senhores do engenho da origem as paralelas dentro dos quais se encaminham cresa a monumental obra de Jose lins.Em 1923, ja revela sua autentica vocaçao de escritor, publicando artigos em suplimentos literarios.
Dentre suas obras a primeira do ciclo da cana de açucar foi MENINO DE ENGENHO.Um romance no qual sua intençao foi mostrar a biografia de seu avô e sua infância no engenho.
Menino de engenho conta a vida do menino carlinhos que aos 4 anos fica órfão de mãe e pai, tendo que morar com seu avô no engenho de Santa rosa.sua vida foi sofrida , a unica pessoa que ele mantia contato era sua tia Maria , a quem representava muito sua mãe.O menino não se dedicava aos estudos e só pensava em malandragem.
Aos 12 anos iniciou-se sua vida sexual.Dai pra frente só pensava em sexo e prazer, adquirindo a doença-do-mundo (Gonorréia).Por causa de suas doença sua vida passa dentro de um quarto sem poder viver o mundo, onde seus responsaveis mandam para o internato, que sua vida naquele lugar é contada na obra DOIDINHO.Por muitos era considerado menino perdido, menino de engenho.
José Lins do Rego recebeu varios prêmios e morreu no dia 12 de Setembro de 1957 aos 56 anos , sendo enterrado no mausoléu da acadêmia , no cemitério São João Batista.


ALUNAS: BRUNA ROBERTA E ANA PAULA MULLER 3 ANO 1



Incidente em Antares-Érico Verissimo



Aprendemos com o livro Incidente em Antares que a política de nosso país desde o começo foi uma politica corrupta.Muitas vezes foi e é mostrada ao povo através da mídia, para que façamos algo para mudar essa situação.Mas mesmo estando diante dos nossos olhos não fazemos nada para punir os responsáveis ou mudar essa situação precária em que se encontra nosso país.O livro também retrata que quando se fala em política elas se revoltam porém não tomam atitude para inverter essa situação e,com o passar dos anos elas simplesmente esquecem e algumas vezes até votam naquele candidato.
Érico Verissimo publicando esse livro quis fazer denúncias ao governo da época e acabou também dizendo coisas que acontecem até hoje em nossa política.
Além dos problemas políticos Érico denunciou como a nossa polícia também movimenta-se em favor da política como aconteceu na morte do personagem João Paz que foi brutalmente assassinado pelos capangas do delegado a mando do próprio por pensar que ele fazia parte de um grupo que ia contra a política do governo.
Alunas:Ana Paula Poleza
Aline Mira
Cleide
Maiara
Série:
3º1
Escola de Educação Básica Profª Juracy Maria Brosig